Panopticon

#1 - A prisão de Blackrock

O trote dos cavalos marcava o ritmo da viagem, vagarosamente dez reclusos dirigiam-se ao seu destino – a prisão de Blackrock. Aí foram recebidos por Tibault Seabright, o director que lhes deu as boas vindas e os largou à mercê do seu novo ambiente.
A prisão é constituída por duas alas, esquerda e direita onde se situam os dormitórios, o lado esquerdo dominado por Riley Tutello e por Dobson Jones, o direito apesar de menos influenciado por políticas e mesquinhices, contendo uma parte neutra, tem ainda a influência de Amos Casely. Entre as duas alas encontra-se uma área comum tendo a função de cantina, de espaço para exercício e local de convívio entre os reclusos. Possui também uma capela a cargo de Zaida e também uma zona após a capela onde se localizam as solitárias, já bem conhecidas por Vargas.
Após a recepção por parte do director, os novos reclusos foram acompanhados por Dalbrek à população geral, sem mais qualquer tipo de avisos e recomendações, foram largados à mercê da sua sorte, cabendo a cada um adaptar-se ou perecer.
Entre todos conseguiram rapidamente estabelecer contactos dentro das três forças locais, trabalhando para garantir o seu favor, desde provar a sua força física a negociações mais ponderadas, lentamente estabeleceram o seu lugar no seu novo lar.

View
#0 Prólogo
A prisão de Blackrock

Blackrock acolheu-vos e ofereceu-vos lar e desde então que não sentem o calor do sol, o frio do ar, nada para além daquele torreão. Todas as noites, depois de as celas se fecharem, ele acordava e brilhava como o sol que nunca mais viram, e via, via tudo, ouvia tudo, sabia tudo. Como poderiam viver num lugar sem privacidade, em que qualquer plano de fuga, qualquer brecha de liberdade ia ser sabida, descoberta, como fugir de um sítio assim?

View
#2 The Great Escape
  • thoughts * (enquanto cavalga)

Que foi isto? Que se passou? Nem sei por onde começar a para tentar entender… Depois de uma “bela” estadia naquela espelunca de prisão, e agora que encontrava o meu lugar entre os reclusos ora que surge uma epidemia surto ou algo parecido que zombifica quase toda a gente, dispensáveis alguns, mas outros acredito que não, ainda tentei dar algumas instruções enquanto se debatiam selvaticamente e erradamente, mas nem fui ouvido, talvez se não fosse este colar ridículo podia ter dado mais luta, mas que dores quando tento usar as minhas energias, parecem pontadas dentro da carne, tenho de dar mérito a quem inventou tal aparelho.

Era de manhã e estava na cantina, mais uma vez a tentar sacar informações, desta vez à servente que trabalha ao balcão, sem sucesso, parecia tão interessada em mim, como no tempero e cozedura das papas que servia, tinham sempre um sabor estranho.
Gritos, correria, e dezenas deles a entrar para o espaço comum, foi ai que começou o caos, aproveitei logo, nesta altura que ninguém dá atenção a ninguém para explorar os interiores da cozinha, uma sala fechada, outra um escritório, e lá estava ela, aquela tiefling, “Não vais precisar de usar a saída” disse ela como se o assunto estivesse arrumado, quem pensa ela que é? Personagem estranha de vestes atípicas e sem colar, quem seria? pergunto agora, nunca a tinha visto, e talvez deseje nunca o ter feito, o horror que ela me provocou quando implantou aquelas imagens na minha cabeça, não me consegui controlar e tive de fugir, consigo perceber quando estou em desvantagem.
Volto para a sala Dalbrek e os seus paus mandados já tinham invadido o recreio e combatiam sem destingir caras ou condição, distribuíam violência gratuita, para meu bem, quem olha ao músculo não trabalha a mente, os parvos deixaram a passagem para o elevador aberta, por onde me consegui esgueirar, eu e mais alguns, que com a ajuda da velha caquética que quase morreu a tentar imitar a voz de comando dele, fez o elevador subir, pareceu que demorou uma eternidade a viagem, mas a sensação de voltar a sentir uma aragem, por pequena que fosse, o calor do sol e luz que me cegou nos primeiros segundos, fez me lembrar quão perto estava da saída, era já ali, e então lembrei-me a ultima vez que aqui estive não vi ninguém na muralha a fazer patrulha, e fui, arrisquei o que podia e subi as escadas com todo o impeto, nada nem ninguém me podia impedir agora, pensei em saltar a muralha, mas era arriscado, então usei as minhas vestes para descer pelas correntes do portão e corri para os estábulos depois de enviar a minha túnica de volta, estavam com dificuldades em descer a velha, que só nos estava a atrasar… suponho que mereça depois do seu sacrifício. Havia cavalos para todos, no segundo seguinte já o estábulo estava arder com a lamparina que encontrei, e aqui estou agora a fugir montanha abaixo, sem rumo, a perguntar como ficaram todos os outros, especialmente Dobson Jones que nunca mais vi com a confusão toda… Estranho como o destino funciona, fiz a pior viagem da minha vida com estas pessoas, e tirando um ou outro faço a melhor com mesmos.

Devia pedir a minha túnica de volta

View
#3 Arrival at Aiwenore

Green. Finally green. No more grey and black. Trees, animals and open sky. We find some wolf friends first. Their hides are now ours. We arrive at the village of Aiwenore, one of my brethren. Hope i am far enough of my home and troubles here. I care for the gracious animals that got us here and reconnect with the guild. After some convincing of who i am, as all tokens were lost, i got some equipment and supplies for those who accompany me. We speak with a devoted one about finding missing scouts in exchange for getting us of these blasted metal chains. It’s good to be in the wild again. I named my steed Hrimfaxi for the tales of old. May we go on endless adventures. Now i just need a few thousand arrows…

View
#4 Fogo e Cinza em Banteay Srei

VARGAS
Agora vejo. Olho para trás, para cada instante e tudo é claro. Cada passo, cada erro, cada emoção. E o dia que prometia tanto…
Quando o sol rasgou o horizonte, avançámos. O pequeno templo erguia as suas muralhas em contraluz. Rapidamente, eu e Frederick demos a volta às muralhas e testámos o pequeno lago que as rodeava. Nada. Nenhuma reacção, nenhum sinal de vida.
Estaríamos na pista certa? Estariam os vigias de Aiwenore ali dentro? Sem mais pistas para seguir, teríamos de entrar ali.
Enquanto discutíamos cautelosamente como o fazer, Thuriel avançou pela estreita ponte de pedra que ligava à entrada principal. Inevitavelmente, pensei para comigo que, se estivéssemos a bordo de um navio meu, tal atitude o teria deixado amarrado a um mastro por uma boa semana. No entanto, nenhum perigo se revelou e, assim sendo, seguimo-lo. Para lá do pátio, descobrimos uma entrada subterrânea que conduzia a uma câmara de tortura.
Para variar, a Velha fez uma das dela. Revirou os olhos e um pequeno rato soltou-se de entre as vestes dela, vasculhando o interior. Poderia jurar que ela sabia o que o rato via e, quando ele não voltou, havia uma dor de morte na cara dela. Pode ser superstição de marinheiro, mas a Velha sempre me provocou arrepios na espinha.
Descemos para a câmara de tortura, onde demos com um porta engradada e, para lá desta, com um Orc distraído. Após barricar a sala, para evitar reforços, ergui o pesado gradeamento e entrei, sozinho, na sala onde ele se encontrava. Atraí-o para mim. O que
ele não esperava era um ataque concentrado da nossa tripulação. Assim que ele se colocou num ponto visível para todos, atacámo-lo em simultâneo. Não teve qualquer hipótese. Provavelmente acreditava num duelo justo. É óbvio que nunca se encontrara com um pirata. A honra é sobrevalorizada, mesmo entre Orcs. Claro que o Meio-Elfo, Thuriel, reclamou de lhe termos roubado a honra de vencer o bruto esverdeado, chegando mesmo a dizer-me que nunca mais interferisse num combate dele. Ignorei os seus protestos idiotas e não contive um sorriso quando ele rodou a maçaneta armadilhada de uma porta que conduzia a uma sala desabada. Ele não se feriu, mas a sorte nem sempre o acompanhará.
Seguimos por um corredor onde a Velha dissera haver ruídos, embora nenhum de nós tivesse ouvido nada. No meu coração, eu sabia que quem ouvira algo fora o rato que ela enviara anteriormente. Thuriel seguiu de novo à frente e anotei mentalmente mais uma semana no mastro, para o disciplinar. Contudo, o meu pensamento foi interrompido pelos
gritos dele. Corri, amaldiçoando a impetuosidade do Meio-Elfo e ponderando que talvez não me devesse intrometer na sua preciosa batalha. Ainda assim, ele era um dos meus, pelo que segui em seu auxílio. Deparei-me com uma enorme sala vazia, onde nos esperava um monstro horrível, de um só olho e garras afiadas. Antes que eu lhe conseguisse acertar, o monstro rasgou-me a carne do peito com as suas poderosas garras. Cambaleei, atordoado pela dor, mas logo contra-ataquei numa sucessão de golpes rápidos. O olho do monstro perdeu o brilho da vida e ele caiu por terra, inerte. Irritado com as enormes feridas que ele me infligira, cuspi-lhe em cima. Talvez por culpa, Thuriel enfaixou-me o peito, estancando as feridas. Ainda assim, eu sentia-me fraco demais para fazer o que fosse, pelo que deixei o resto do grupo explorar a sala e verificar se era seguro avançar e por onde. Anouk, Fredrick e o druida seguiram por um corredor, enquanto eu me deixei ficar para trás, junto da Velha, ciente de estar fraco demais para combater. O Meio-Elfo decidiu ficar a nosso lado, sabendo que já arriscara demais seguindo na frente.
Foi então que o vi, àquele mastim infernal, cuspindo fogo demoníaco e exalando nuvens de enxofre. Uma das portas da sala ficara por explorar e, agora, os mais fracos do grupo eram apanhados de surpresa por uma criatura dos Infernos. O mastim abriu as mandíbulas e eu pensava apenas que devia correr; tirar a Velha do caminho, talvez, se tivesse tempo; deixar Thuriel pagar pela sua imprudência; atirar os dois para o fogo e escapar… Mil pensamentos na minha cabeça e o dia a passar-me diante dos olhos.
Agora. Agora vejo. O fogo vem na minha direcção, pronto para consumir a minha carne. A meu lado, a Velha já arde. Geerbo, o kobold, grita, começando a fugir. Thuriel consegue desviar-se, mas não sem algumas queimaduras. Sei que vou morrer. E sei agora que a culpa é minha, que fui tão imprudente como o Meio-Elfo. Deixei-me levar pela emoção de não controlar esta tripulação. Sei que não estamos num barco e eu queria que tudo fosse como em alto mar. E, agora que o fogo me lambe a pele, sei que o meu castigo é estar no inferno, para toda a eternidade, amarrado ao mastro do meu navio.

GAWAIN
Há quantos dias estou aqui?
Há quantos dias me cortam e queimam sem perguntar nada? Eles torturam-me apenas pelo prazer dos gritos que não dou, que me recuso a dar.
A cada nova ferida, a cada estalar dos meus ossos cansados, só murmuro, ininterruptamente: “O meu nome é Gawain Ellansad. Eu sou a espada e a balança. A tua sentença é a morte. Em mim arde…”
Os malditos Orcs interrompem a frase com mais uma facada e riem.
Riem desde o dia em que me capturaram, por sorte, quando me dirigia para a Prisão de Blackrock, a minha melhor pista para descobrir a Velha vidente de que me haviam falado. Preciso sair daqui, preciso de a encontrar, descobrir o que sabe ela de necromantes e por que motivo foram as minhas terras e a minha gente chacinada por mortos-vivos.
Isso e descobrir onde está a minha filha. Terá escapado da chacina?
“Precisamos de um plano”, diz o halfling preso comigo.
“Precisamos matar estes sacanas traiçoeiros”, suspira um dos elfos de Aiwenore, o último que ainda respira.
“Eles tiveram sorte quando me apanharam. Há muito que eu não viajava, há muito que eu pendurara a espada da minha família.
Agora não teriam tanta sorte.”, respondo.
Palavras vãs. Até ao momento em que eles entram. Um pequeno grupo de quatro, enviados pela aldeia dos Elfos para socorrer os guardas. A mulher humana abre a nossa cela.
A vingança é rápida, mas sem misericórdia. Orcs e uma Naga de Osso caem perante nós.
O fogo tratará do resto.
Eu sou a espada e a balança. Em mim arde o fogo da vingança.

View
#5 Ruas de medo e pessoas de pedra

Deixámos Aiwenore para trás, não que estivesse com saudades de Delgall mas há demasiados assuntos pendentes aqui para conseguir virar-lhe as costas. Não foi preciso pôr os pés em terra para recordar tudo o que passei cá, o cheiro a podridão, a peixe e a imundice sente-se antes de chegar ao porto. Está tudo na mesma, não existe um pingo de esperança na rua, as caras continuam sombrias e basta olhar para as pessoas do cais para perceber que a maior ambição delas é morrer rápido e sem dor. Tenho de ir a casa, preciso de saber o que aconteceu enquanto estive fora!
Ainda antes de chegarmos à porta a cara de nojo de Thuriel é evidente, não sei o que passa pela cabeça daquele meio-elfo, mesmo sabendo que vinha para uma cidade pobre cheia de bandidos insiste em vangloriar-se pelas ruas. Não me surpreendeu quando se cansou mediocridade das condições daquela casa e foi embora, sinceramente já estava à espera que ele não se dignasse a ficar connosco, um cabelo tão bonito assim podia ficar estragado com os ares da zona pobre.
O halfling ainda sobrevive, é bom saber que nem toda a gente está nas mãos do rei. Vicster por outro lado continua desaparecido, nas semanas que estive fora não foi muito o que conseguiram descobrir, está preso pela guarda da cidade (que agora são os Sois Azuis, os queridos mercenários cá do sítio) e o grandioso plano para o tirar de lá resume-se a entrar por um túnel secreto, que nem sabemos se está vigiado, e rebentar tudo o que conseguirmos com explosivos que ainda não temos. Espero que trazer estas pessoas para cá não tenha sido um erro, acredito que nos vão conseguir ajudar.
Finalmente há um pingo de esperança, finalmente acho que consigo mudar alguma coisa!

View
#6 Barking at the wrong door

Meus amigos, permitam-me uma pequena observação! Todas as palavras que estão em itálico é para encararem como se fosse a minha personagem a pensar em druídico. Ainda, eu não sei escrever muito bem portanto aceito feedback de vocês para melhorias! Espero que gostem!

Acordo com um peso na cabeça..dormir ao relento nunca foi problema, muito menos em cima de um fardo de palha mas estar dentro de cidades nunca foi o meu habitat predilecto. Se soubesse que iríamos andar por estas concrete jungles teria ficado em Aiwenore onde o contacto com a Natureza era directo. O que vale é que a minha curiosidade por resolver este enigma de zombies desperta o meu instinto feral de Druida do Circulo da Terra. É meu dever proteger os elementos e restaurar o equilíbrio!

Aproveito para meditar enquanto os meus companheiros não acordam. Preciso de trabalhar no meu balanço interior. Sou interrompido por barulhos vindos do compartimento adjacente. Reúno-me com os meus companheiros onde Yez, o halfling, nos brinda com um pequeno almoço peculiar de cerveja e pão. Não posso abusar da cerveja não vá acontecer o que aconteceu na taverna de Aiwenore. Durante a refeição irrompe o jovem Thuriel que apesar do seu swag e higher status mostra-se dedicado á nossa causa. Encontra-se bem disposto, repousado , limpo e satisfeito contrariamente ás restantes pessoas da mesma divisão revelando-nos onde esteve e como conseguiu pernoitar na cidadela onde precisamos de entrar e resgatar uma pessoa importante para Anouk e Yez. O plano para tal ainda não foi desenvolvido mas ouvi certos planos que envolviam uma catapulta e eu transformado em urso. Parvoíces…

Com base nesta informação Thuriel e Gawain vão á muralha da cidadela enquanto eu faço um pequeno aquecimento das minhas habilidades á entrada da casa de Yez. Consigo encantar um pequeno rato que me diz Cheese! Cheese!, rapidamente percebo que ele não me consegue dar informação mas regozijo-me com a sua inocência e dou-lhe um pedaço de queijo. Penso também que ás vezes gostaria que Epher se calasse com o seu deus e apenas dissesse coisas simples como Cheese . Ele e o seu deus por vezes dão-me dores de cabeça.

Assim que Ellensad e Thuriel voltam começamos a elaborar o plano para invadir a cidadela e chegámos á conclusão de que precisamos mais informação sobre esta. Para isso ofereci-me de acompanhar os nobres como sendo o cão de Thuriel e ajudar com os meus sentidos apurados a reconhecer key points que nos poderão ajudar. Yez, Anouk e Epher irão pelo túnel fazer um reconhecimento.

Mal chegamos ao portão da cidadela, Thuriel dialoga com os guardas trocando algumas ordens de comando. Ao que parece estes guardas não têm muito tacto para lidar com pessoas do exterior…deve ser por isso que estão no portão.
Tanto que começaram a insultar-me chamando-me dirty as fuck e mongrel o que despertou em mim a vontade de me transformar em urso e espetar-lhe uma boa galheta na beiça do menino, mas mal abriram o portão só me ocorreu mijar-lhe na bota. Prontamente levo um chuto no traseiro. THAT DOES IT! WILD SHA….

Thuriel interrompe metendo-se entre mim e o guarda e afastando-me com palavras bruscas e tomando responsabilidade pelo que fiz. Fez-me perceber que por momentos poderia ter dado cabo do nosso plano.

Já dentro da cidadela mantemo-nos juntos e vamos tentar uma audiência com o Rei. Somos afastados com burocracias apesar de todas as cortesias. Curiosamente diziam que o rei se encontrava ocupado e ,por uma janela, eu só conseguia ver um gordo sentado num trono a tirar macacos do nariz… De repente sinto que o meu tempo de transformação se encontra perto do fim, como não sei quanto mais tempo vamos ficar por cá é melhor encontrar um sítio escondido para tirar um short rest de modo a recuperar e poder transformar-me durante mais tempo. Olho em volta e encontro um arbusto denso que é capaz de cobrir a minha forma élfica. Enquanto Thuriel e Ellensad tratam do resto das burocracias eu vou para lá.

Passado uma hora e já recuperado reencontrei-me com eles perto de uma casa esquisita do qual me pareceu conter muitas pessoas lá dentro. Os meus companheiros entram e eu tenho de ficar no exterior. Pouco tempo passou quando vejo dois guardas a arrastar o que pareceu ser um prisioneiro. Ladro para chamar a atenção de Thuriel e Ellensad e por telepatia combinamos ir atrás deles. Conseguimos desta maneira fazer pinpoint a um supostos calabouços. Ellensad enjoado de entrar naquela casa sugere voltar a casa de Yez ao que me predisponho a acompanhá-lo. Thuriel ainda fica na cidadela pois ainda tinha uns assuntos para tratar.

Ao chegar a casa de Yez deparamo-nos com um grupo de aventureiros amigos do nosso anfitrião que não acham estranho eu transformar-me em elfo. Não devo ser o primeiro druida que eles encontram pela frente. Greetings noble ones, digo para toda a gente e Epher começa a tentar arranhar o que ele pensa ser druídico. Devido á sua dicção e sotaque acaba por me insultar no meu dialecto sem se aperceber. O resto dos amigos de Yez mostram-se indiferentes com a nossa discussão fútil. Mais tarde junta-se a nós Thuriel e Yez e assim começamos a delinear o plano final. Eu, Frederick, Gawain e os amigos de Yez somos destacados para o ataque frontal da Cidadela, enquanto Epher, Yez e Anouk são responsáveis por fazer um backdoor e infiltrarem-se no complexo nobre .

Ahh a batalha! Finalmente ! Vamos a isso! WILD SHAPE !

View

I'm sorry, but we no longer support this web browser. Please upgrade your browser or install Chrome or Firefox to enjoy the full functionality of this site.